Carol Fortuna
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  • January6th

    Eeeeeeeeeeeeee! O quinto filme do ano foi um desastre!!!! Fazêoquê… vou falar um pouco da obra prima (prima bastarda existe?).

    Uma hora e vinte e oito minutos – assim, por extenso – que demoraram umas três horas pra passar, sabe? A Rede 2.0 ou The Net 2.0, como o título orginal, me matou de vergonha. Sério. Deveria ser um suspense, mas beira à comédia. E comédia tosca, fim dos anos 80.

    Não li sinopse, não sabia nada do filme mas suspeitei que fosse continuação – ou algo parecido –  de A Rede (The Net – 1995), que eu vi e gostei. Nada. Foi puro tempo perdido: cenas mal filmadas, uso sem motivo de slow motion, paradas bruscas de câmeras, efeitos especiais do tempo do guaraná de rolha, situações absurdas, personagens superficiais, trama sem profundidade, atuações amadoras, trilha sonora irritante, roteiro fraco, direção completamente equivocada… e por aí vai.

    O diretor é Charles Winkler, que me chocou por ter vários filmes no currículos e também por conseguir errar de forma tão intensa nesse “suspense”. Como não conheço nenhum outro trabalho do moço, nem sei o que dizer.

    A personagem principal se chama Hope (vulgo Esperança pra nós brasileiros) – e perde suas duas irmãs, Faith e Charity (Fé e Caridade, ui!) em um acidente de avião. Assim começa a história da mocinha Hope – que nunca mais tocou nesse assunto ao longo do filme. Beleza.

    Interpretada por Nikki Deloach, Hope é tudo o que uma protagonista forte não de ve ser: lesada, displicente, distraída e sem carisma. Ainda depois de assistir o filme inteiro, continuo sem saber em que exatamente a moça é especialista e pra que serviço foi contratada. Também não sei onde está tamanha inteligência da personagem – que faz a tolinha o filme inteiro.

    Enfim… eu não indico. Mas pode indicar pra sua amiga mala e de capacidade limitada que é capaz dela gostar ;)

    Segue o trailer pra ter noção da tragédia:

Stop SOPA